Nós passamos o dia seguinte, com a tarde toda junto com a Pattie, Jeremy, meu padrasto, minha mãe e Sandy e Will (pais da Caitlin), Caitlin, Chris e Justin, e eles ficaram contando histórias, de quando a gente era pequeno e aprontava, tava muito divertido, e eu acho que nunca tinha rido tanto assim... chegou á noite, e eles ainda estavam lá.
SM: querem comer o que, pessoal?
Chris: tem café?
Eu: ela perguntou o que querem comer...
Sandy: mais tá certo, o Chris gosta de comer café.
Eu: puro?
Will: aham.
Justin: credo brô.
Caitlin: pessoas estranhas, manias estranhas.
Sandy: manias nojentas, na verdade - ela riu.
Chris: não reclamem, tem gente que tem mania pior.
Caitlin: tipo, gostar de se enrolar em papel higiênico, né Justin.
Eu: ou falar sozinho e brigar com paredes.
Pattie: ou então, morrer de medo de cogumelos.
Justin: pô parem, só as mulheres me acusando aqui - todos nós rimos.
Jeremy: mais é verdade, Justin.
Justin: não venha falar de mim, quem é que almoça em restaurantes que tenham 14 plantas de 1,8m e 5 de 1,2m?
Pattie: é verdade, Jeremy.
Jeremy: não fale de mim, quem tem ataque de risos quando fala ornitorrinco é você - e não é que a Pattie começou a rir...
SM: isso não é tão estranho, quanto o que a (seu nome) faz... ela tem medo de caramujo.
Eu: e de borboleta.
PAD (padrasto): ok, ok, todos nós entendemos, também temos manias estranhas.
SM: todo mundo falando uma mania estranha aqui, e você querendo escapar, né?...
PAD: ah...ãh...acho melhor ir comprar as coisas pra irem comendo, (seu nome) vá lá fazer o café, e peça pra alguém te ajudar a arrumar a mesa... - disfarçou e saiu, nós rimos.
Eu fiz o café, minha mãe as comidas, Justin, Caitlin e Chris arrumaram a mesa, e logo chegou meu padrasto com uma sacolada de comida, e minha mãe tirou mais da geladeira e do armário, eu acho que ela nunca tinha enchido tanto a mesa assim.
A gente comeu, eles ficaram mais um pouco e daí foram embora, o Justin voltou na casa dele, pra escovar os dentes, e logo veio, pra ficar comigo, ele ficou cantando baixinho e mexendo no meu cabelo pra mim dormir, mas eu não queria!
Justin: podia parar um pouco de se debater na cama, né? - ele riu baixinho.
Eu: é que você parece que tá tentando fazer eu dormir, mas eu não quero!
Justin: você vai ter que dormir uma hora...
Eu: você também, mas enquanto você tá acordado, eu quero ficar acordada também.
Justin: amanhã tem aula, você vai ficar morrendo de sono.
Eu: eu não quero ir...
Justin: não seja teimosa, você já faltou a semana toda, vai reprovar assim.
Eu: você também vai.
Justin: mas você não pode reprovar por causa de mim.
Eu: suas notas estão péssimas, minhas notas estão péssimas...
Justin: e você pode melhorar.
Eu: mas eu não quero.
Justin: você não vai gostar de deixar seus amigos para trás.
Eu: nem você, então trate de estudar, que eu estudo também.
Justin riu.
Justin: te amo - ele deu um beijo na minha testa.
Justin narrando
Já devia ser umas 2h da madrugada. A [seu nome] já tinha dormido, então seria mais fácil de eu sair pela casa e arrumar as coisas, que eu estava planejando á algum tempo... escutei uns passos, devia ser ela, ela não podia me ver arrumando, se não ia estragar tudo, fui correndo lá depressa.
Eu: Justin? - acendeu a luz, e disse enxugando os olhos.
Justin: volte a dormir - apaguei a luz.
Eu: você já vai ir? - veio me abraçar.
Justin: ainda não.
Eu: tava fazendo o que?
Justin: eu... fui tomar água.
Eu: quanto tempo falta pra você ir? - fomos até a cama, e deitamos de novo.
Justin: mais ou menos umas duas horas.
Eu: quando for, me acorda?
Justin: não quero te acordar.
Eu: quero ir até o aeroporto, pelo menos.
Justin: eu não quero te acordar - repeti.
Eu: mas eu quero te ver.
Justin: vai ser péssimo pra nós dois, pra mim que vou partir, e pra você que logo vai ter aula daqui algumas horas.
Eu: Justin... - me abraçou.
Não falamos nada mais, ela apenas dormiu.
Eu narrando
Acordei, era mais ou menos 3:50 da manhã, não vi o Justin lá pelo quarto, acendi a luz e encontrei uma cartinha "Desculpe, eu queria te acordar mas não pude, acho que assim é melhor, mais saiba que eu te amo e vou pensar em você todos os dias, assim que eu chegar eu te ligo, não fique preocupada, mais uma vez, eu te amo. Justin.", peguei ela e guardei, mas não mesmo que eu ia obedecer o Justin! Ia dar um jeito de ir até ele, o voo sairia ás 4:30, eu precisava me apressar!
Escovei os dentes, puis um roupão quente e peguei meu dinheiro e fui até a rua, eu queria é ver eu achar um táxi... fiquei andando pelas ruas até achar um, quando achei, disse o nome do aeroporto e nós fomos.
Já era 4:10 e ainda não tinhamos chegado, quando chegamos, fui logo procurar o numero do voo e do avião dele, aquele lugar era muito gigante, queria ver encontrá-lo no meio de uma multidão.
"Voo 173 para washington saindo dentre 15 minutos". Até que enfim consegui avistar o Justin! Ele tava falando com a equipe dele, em frente ao avião.
Eu: Justin! - sai correndo e gritando.
Justin: [seu nome]! - me olhou espantado - eu falei pra você não vir.
Eu: eu posso te obedecer, mas eu juro, que isso eu não consegui - eu ri e corri abraçar ele.
Moshe: Justin! Embarcar. - apontou para o avião.
Justin: logo vou.
Eu: te amo muuuuito - dei um beijo nele.
Justin: eu também te amo muito, mas agora preciso ir - me soltou.
Assenti, triste.
Justin: mas antes, me promete uma coisa?
Eu: qualquer coisa.
Justin: que não vai se esquecer de mim.
Eu: esquecer de você? nunca! - demos outro abraço, dessa vez mais apertado.
Justin: e que nunca vai me trocar.
Eu: nunca - deixei uma lágrima escapar.
Justin: e que... - nós rimos - tá bom, é muita promessa - ele riu, dessa vez uma risada mais triste - mais a ultima, é que você nunca vai deixar de manter esse sorriso lindo, e que não vai chorar.
Eu: mas Justin, eu já estou chorando.
Justin: eu também - ele me soltou, e o Moshe foi puxando ele.
Apenas ficamos nos olhando, enquanto ele subia as escadinhas.
Justin: eu te amo! - gritou.
Eu não consegui nem responder.
Fiquei aguardando até o voo sair, depois que saiu, eu fiquei lá, sentada e parada, no chão.
XxX: ei, menina.
Eu: o que foi? - não olhei para o cara.
XxX: não chore. Aconteceu alguma coisa?
Eu: não me lembre disso.. - eu ia voltar no choro.
XxX: me desculpa, eu sei o quanto dói lembrar em assuntos assim, difíceis de se falar - ele esticou a mão pra mim - quer ajuda pra se levantar?
Eu: obrigada - peguei na mão dele, e quando olhei pra ele, meu Deus, que choque!! Aquele...aquele era meu pai!!!!! Depois de quase de 17 anos, eu estava vendo meu pai, na minha frente, falando comigo! Eu não sabia o que fazer, não mesmo. Apenas entrei em choque.
SP: vai continuar por aqui?
Eu: n-não, vou pra casa, agora.
SP: se quiser eu te levo, não tenho passageiros pra levar pra Atlanta agora.
Eu: não, obrigada.
Vendo meu pai na minha frente, eu queria abraça-lo, perguntar o verdadeiro motivo do pelo qual ele foi embora, eu queria conversar com ele, eu queria conhecer ele melhor, não conseguia acreditar que aquele estranho era mesmo o meu pai.
Ele ficou me olhando por algum tempo, tentando decifrar meu rosto, o porque eu estava assim, assustada.
Eu: você trabalha aqui?
SP: na verdade, eu trabalho em Atlanta, sabe onde fica, né?
Eu: nos Estados Unidos... meu namorado morou lá por algum tempo...
SP: então, eu levo pessoas de lá até aqui, e daqui até lá, mas praticamente, moro lá.
Eu: o senhor sempre tem um tempo vago, né? Digo... enquanto não faz voos, aproveita pra visitar alguém?
SP: sim, sempre.
Eu: o senhor é casado?
SP: no momento não, eu tô solteiro... só que tenho uma filha, de 6 anos.
Eu: o nome dela é Mari, né? Q-quero dizer... qual o nome dela?
SP: sim, o nome dela é Mari... como sabia?
Eu: eu... preciso ir embora agora - apenas olhei pra ele, e sai correndo, com vontade de chorar, a minha irmã que eu não vejo desde quando ela tinha 2 anos, eu não acredito que minha mãe mentiu pra mim, não acredito!! Enquanto ela me disse que a Mari tinha morrido no hospital, ela tinha era perdido a guarda dela pro meu pai! Será que tinha como esse dia ficar pior??
Voltei pra casa a pé, fui tomar um banho, me vesti, arrumei o cabelo e fui escovar os dentes de novo, não consegui comer nada, apenas não parava de pensar nisso. Fiquei sentada em uma das cadeiras da cozinha.
SM: bom dia minha linda - sorriu pra mim, e foi fazer café. - como é que ela pode mentir sobre tanta coisa pra mim?! o que mais ela me escondeu?! - porque tá me olhando assim?
Eu: não, nada - me levantei e peguei a mochila do chão.
SM: não vai comer?
Eu: não, vou direto pra escola, tchau - sai de casa com raiva, e cheguei na escola, o Patrick veio falar comigo.
Patrick: oi - estava com os olhos vermelhos e meio nervoso.
Eu: oi, o que aconteceu? Tá com os olhos vermelhos - ele parecia que ia desmaiar, fiquei meio pálida, o que é que tinha acontecido? Nunca vi ele assim.
Patrick: eu não sei o que fazer, eu tô perdido, hoje eu recebi uma ligação no que eu cheguei aqui, não tem como eu ir embora.
Eu: você tá tão acabado - ajudei ele a sentar no banco, e peguei um copinho plástico e enchi no filtro ao lado do banco - toma ai, e me conta, o que aconteceu? - sentei ao lado dele.
Patrick: minha mãe morreu. - aquilo foi como um choque pra mim, como é que a Deli e a Judy iam ficar? Elas já não tinham pai, agora, ficar sem a mãe?
Eu: ai meu Deus, eu vou ligar para o meu padrasto, ele manda o carro da empresa. Como ficou sabendo? Já arrumou as coisas no cartório?
Patrick: não, eu não sei como falar isso pra ninguém, ela morreu em casa - ele estava segurando o choro dele, e eu o abracei.
Eu: calma, não fica assim não.
Patrick: pensei que não iria me ajudar, porque aliás, você me detesta.
Eu: você é meio bravinho as vezes - nós rimos baixinho - mas lembra que quando, você me contou da sua mãe, lembra que eu falei que você podia contar comigo pra tudo?
~flash back~
Eu: ai meu Deus, eu vou ligar para o meu padrasto, ele manda o carro da empresa. Como ficou sabendo? Já arrumou as coisas no cartório?
Patrick: não, eu não sei como falar isso pra ninguém, ela morreu em casa - ele estava segurando o choro dele, e eu o abracei.
Eu: calma, não fica assim não.
Patrick: pensei que não iria me ajudar, porque aliás, você me detesta.
Eu: você é meio bravinho as vezes - nós rimos baixinho - mas lembra que quando, você me contou da sua mãe, lembra que eu falei que você podia contar comigo pra tudo?
~flash back~
Eu e o Justin fomos indo pra sala de aula.
Eu: que ciumenta essa daí ein.Justin: ciumes nada, é louca mesmo. Louca por fama.
Nós rimos e entramos.
Chegando lá o Patrick estava no mesmo lugar de antes.
Eu: Patrick, é você que anda escrevendo os bilhetes?
Patrick: que bilhetes?
Eu: você não... espera, então não é você?
Patrick: não.
Eu: ah, então... de quem será?
Patrick: mais que bilhetes?
Eu: ah, uns aí...
Patrick: hum... e aí, fez o que ontem?
Eu: só fiquei em casa, na internet. E você?
Patrick: eu tive que ir visitar minha mãe, cara, ela anda tão doente.
Eu: sinto muito, o que ela tem?
Patrick: os médicos ainda não sabem.
Eu: tomara que descubram logo.
Patrick: é.
Eu: se precisar de apoio, eu vou estar aqui... você sabe que pode contar comigo, ok?
Patrick: ok /ri\ e obrigado.
~/flash back~
Patrick: lembro.
Eu: então.
*Click!*
Eu: Selena, o que tá fazendo?
Selena: guardando uma lembrança pelo menos de vocês dois juntos, porque geralmente só brigam e ficam entre guerra...
Eu: vai se catar, sua retardada, você nunca vai conseguir fazer bem a alguém em momentos assim?
Selena: que momentos, querida? De que o Justin te abandonou, não quis te levar na tour, mentiu e vai te trocar por outra?!
Eu: isso é sério?
A Selena saiu gargalhando.
Patrick: não liga pra ela, o teu playboy não ia fazer isso. - eu ia chamar a atenção dele por causa do playboy, mas calma, hora de ligar pro meu pai.
A tarde toda foi uma correria, o motorista do meu pai veio nos buscar, e eu pedi ajuda á minha mãe, enquanto ela corria com o Patrick conseguir os papéis do velório, eu fiquei em casa com a Deli, procurando os numeros dos conhecidos pra ligar, e fiquei confortando a Judy, que por ser muito pequena e muito apegada á mãe, estava muito, muito chateada e não parava de chorar.
De noite...
Voltei pra casa, era de madrugada, não fiquei muito tempo lá, eu falei que no dia seguinte eu voltava, porque, além de eu já estar me sentindo horrível com tudo o que estava acontecendo, o Justin ainda não tinha me ligado, será que tinha acontecido alguma coisa?
Fiquei acordada por um bom tempo, até que o telefone de casa tocou, devia ser o Justin!!
Fui correndo atender, e era o Flog.
Eu: oi?!! - atendi o telefone desesperadamente.
Flog: oi, [seu nome]?
Eu: sim, é... o Flog?
Flog: sim, tenho noticias sobre seu pai.
Eu: eu me encontrei com ele hoje.
Flog: sério? e como foi?
Eu: foi no aeroporto, ele ainda não sabe quem eu sou, só descobri que ele é de Atlanta, e está com a minha irmãzinha de 6 anos.
Flog: e está noivando.
Eu: como assim? quando perguntei á ele hoje, ele disse que estava solteiro...
Flog: depois te explico melhor, agora eu vou...
Eu: tudo bem, sem problemas Flog, até mais.
Flog: vou te ajudar ainda com isso, ok? Terá todo o meu apoio.
Eu: obrigada - desliguei o telefone, e voltei lá em cima.
Terça-feira;
5:10 da manhã.
Acordei, e fiquei deitada por um bom tempo, olhei no meu celular, nenhuma ligação perdida. Será que o Justin não conseguiu me ligar, ou ele se esqueceu? Bom, vou ligar pra ele. "Oi, Justin, como você tá? Chegou bem de viagem? Ou tá com algum problema na linha? Quando ouvir isso me dê um toque. Te amo", fui me arrumar pra ir pra escola, comi bastante, que no caso, eu estava morrendo de fome.
Já eram 6:45 da manhã e até agora nada... olhei no meu celular de novo, e... será que aconteceu alguma coisa? Peguei minha mochila e fui pra escola... bom, ele devia tá dormindo.
De tarde eu ia ter que ir no velório da mãe do Patrick... eu não sentia necessidade de ir na escola nesse estado em que eu estava. Fui a primeira e entrar na sala de aula, e abaixei a cabeça, logo escutei umas vozes, eu conhecia, era a da galera, Chaz, Ryan, Cait, Thi e Chris.
Thiago: deve tá sendo ruim, pra [seu nome] agora, né? Ela e o Justin sempre estavam juntos.
Chris: ela vai superar, eu acho que agora ela só precisa um pouco mais dos amigos.
Chaz: será?
Chris: claro brother.
A aula foi uma chatice, chegou a hora do recreio e ufa, mais duas aulas e eu me livrava daquele inferno, sem contar a Selena, que não parava de ficar de risinhos, aquilo tava me tirando do sério.
Chris: e aí, [seu nome].
Eu: oi Chris.
Chris: com fome?
Eu: não.
Chris: se quiser, te pago um lanche.
Eu: obrigada, mas não consigo sentir fome agora.
Chris: tudo bem.
O Chris ficou me distraindo, conversando.
De tarde, quando eu estava saindo da escola, vi o Patrick na rua, andando com mais um pessoal, e a Judy e a Deli.
Eu: oi - coloquei a mão em cima da cabeça, o sol era de matar.
Patrick: oi.
Eu: porque não estão no velório?
Patrick: minha mãe já foi enterrada.
Eu: sério? Tipo, mas... agora?
Patrick: é.
Eu: que cedo... eu nem pude ir, me desculpe.
Patrick: não precisa se desculpar... nós já vamos indo.
Eu: se cuide - sai de lá, e voltei pra casa, fui direto perguntar á minha mãe - alguém ligou hoje de manhã?
SM: ninguém?
Eu: nem o Justin?
SM: não, ah, falando em Justin, tem umas surpresas pra você espalhadas pela casa.
Eu: sério? - sorri, pela primeira vez no dia, sem ser forçado.
SM: sim, mas...
EU: ele não ligou, né?
SM: não... - ela me olhou estranha.
Subi até lá em cima, e liguei o meu not.
Vi nos sites lá "Justin Bieber chega em Washington e faz um concerto no estádio local. E mais: cantor revela que fará um concerto no mesmo estádio hoje a noite" e fui direto no twitter dele, tinha twittado á 4 horas atrás. E tinha uns RT's de uma garota também. Não era grande coisa, eu queria saber porque ele não me atendia. Liguei de novo "Que bom que chegou bem, e boa sorte no show de hoje a noite, retorne a ligação, por favor".
Dois dias depois.
Talvez eu estivesse sendo chata, então, não liguei pro Justin depois de terça. Eu apenas olhava as notícias e entrava no TT dele, ele sempre retweetando aquela garota, eu queria muito fazer contato com ele.
Eu também não falava com Flog fazia dois dias, hora de procurá-lo... Mandei uma mensagem pra ele, falando que quando ele tivesse horário livre, eu queria ir até ele pra conversar, ele também não me respondeu.
Uma semana depois
O que há de errado comigo? Comecei a deixar mensagens na caixa de mensagem pro Justin todos os dias, já era domingo, eu ia ir ver um teatro junto com o Chris, que ele me chamou.
O Flog também não tinha me respondido, melhor ligar na firma dele, ele não iria me ignorar, eu sei que aconteceu alguma coisa, mas eu não iria ligar agora.
Puis uma roupa bem social e uma rasteirinha, e fui até a casa do Chris.
Eu: oi - entrei lá dentro.
Caitlin: oi, o Chris ainda tá se arrumando.
Chris: tava - desceu as escadas.
Caitlin: não esqueçam que depois vamos comer pizza.
Thiago: adoro noite da pizza.
Eu: chamou os meninos?
Caitlin: ainda vou ligar.
Eu: então vai ter que encomendar mais pizza, porque o Chaz come por 30 pessoas - começamos a gargalhar lá.
Eu e o Chris fomos andando.
Chris: o Justin ainda não te retornou?
Eu: nem sinal dele...
Chris: quer saber, nem esquente com isso.
Eu: bom se não conseguisse...
Depois de algum tempo, chegamos lá, a peça falava sobre Capitu.
~um pedaço da peça: http://www.youtube.com/watch?v=Z6S0zdNz9Nw
Estava bem divertido, e muito engraçado.
Eu: valeu por ter me trazido aqui, eu precisava mesmo rir.
Chris: viu? você pode se sentir bem quando quiser, é só saber como, e no que.
Eu: é verdade - nos levantamos junto com o resto da platéia, aplaudimos e depois saimos, fomos direto para a casa da Caitlin.
Eu: hmmm, pizza! - entrei toda animada.
Caitlin: a peça tava boa?
Chris: aham.
Thiago: era sobre que?
Chris: Capitu.
Eu: só que em versão mais comédia, né? - começamos a rir.
continua com 2 comentários
Muito legal, morri de rir quando voc colocou :
ResponderExcluirEu: oi - entrei lá dentro.
Continuua
ResponderExcluirContinuaaa, desculpe não ter comentado antes, tinha esquecido meu e-mail e.e
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